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03/11/2009

Desafios do Planeamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos



São muitas as organizações em que o sistema de planeamento e desenvolvimento de RH propõe um conjunto de comportamentos, ao nível de competência individual e interpessoal, que não tem reforço no contexto. 

Isto acontece porque as acções, decisões e soluções dos problemas  quotidianos se conduzem segundo outros tipos de valores e estilos. As acções formais de sistema (formação individual, planeamento de carreira, desenvolvimento de equipas, avaliação de desempenho e de potencial) não produzem efeitos eficazes quando não apresentam uma relação clara com necessidades e objetivos organizacionais e, como tal, a sua utilidade não é percebida pelos colaboradores.

Neste âmbito, um dos grandes problemas prende-se com o tratamento estritamente formal do planeamento e desenvolvimento de recursos humanos, sem uma leitura adequada  dos percursos individuais dos colaboradores, das dinâmicas sociais e culturais e necessidades efectivas da organização.

Como criar um sistema de Planeamento e Desenvolvimento de Recursos Humanos verdadeiramente eficaz?


Todo o sistema é uma intervenção de processos formais sobre a vontade dos indivíduos. A maneira como essa intervenção ocorre determina sua maior ou menor participação no sistema.
 

Os factores básicos para uma participação eficaz dos indivíduos num sistema são:

  • A competência individual
  • A consciência do seu valor/contributo para os resultados da organização
  • Os objectivos do seu trabalho.
A consciencialização dos indivíduos a respeito do valor do sistema dá-se na medida em que ele possa ter uma clara relação com a percepção dos efeitos e consequências que o mesmo produza. Daí poderem derivar os seguintes fatores facilitadores para a implantação de um sistema de planeamento e desenvolvimento de Recursos Humanos:
  • A criação de expectativas empresarialmente válidas que vão ao encontro das necessidades do contexto;
  • A garantia da realização dessas expectativas, pela existência de mecanismos que produzam, de fato, consequências administrativas e operacionais contributórias para resultados;
  • A capacidade de o gestor de RH demonstrar a importância do comportamento humano, tomando como conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes, na determinação do presente que do futuro da Organização.
De um ponto de vista metodológico, trata-se de abordar a Organização como um “caso”, com a sua vocação própria, as suas limitações suas qualidades inerentes, o seu potencial e, a partir daí, formular um programa de natureza comportamental. Esse programa, antes de provocar mudanças, deve provocar o questionamento de todos os envolvidos (nomeadamente os líderes e decisores da organização), sobre a necessidade dessas mudanças e seu conteúdo.

22/10/2009

Sucesso Pessoal - Novo Curso InSpiro





O sucesso não é privilégio de alguns. Está ao alcance de todos os que a ele se propõem, com recurso à atitude e às ferramentas adequadas.

Alicerçado nas mais actuais técnicas de lifecoaching, o curso SUCESSO PESSOAL é um programa catalizador do sucesso individual, em todas as suas vertentes: pessoal, profissional, emocional, etc.

Este é um programa essencialmente vivencial que recorre aos métodos de coaching para o desenvolvimento pessoal. São identificados os desafios de cada participante, sendo construído um percurso individual para o sucesso.

Pode conhecer em pormenor o programa do curso aqui.

Venha InSpirar-se!

02/10/2009

A Arte de Ser Feliz




Consegue recuar mentalmente àquela altura da sua vida em que não tinha preocupações e se sentia amado por todos e pela vida? Nessa altura, ser feliz parecia tão simples quanto respirar... À medida que foi crescendo, foi assumindo compromissos e responsabilidades (escolares, relacionais, profissionais, sociais) e a complexidade foi entrando na sua vida...

Gerir diariamente todas estas dimensões é um desafio que cabe a cada adulto, e nem sempre temos as ferramentas mentais e emocionais para o fazermos da melhor forma - estas não são competências que o sistema educativo instituido se comprometa em desenvolver.

A desmotivação, a tristeza crónica, a dificuldade em relacionar-se com os outros e os comportamentos obsessivos ou compulsivos são apenas alguns dos sintomas de que algo está mal, e de que está na hora de dedicarmos algum tempo, atenção e carinho a nós próprios.

A boa notícia é que ser feliz não é uma utopia, e está ao alcance de cada um de nós.

Ser feliz requer uma escolha consciente e uma acção consciente. Passo a passo, dia a dia, está nas suas mãos construir a vida que quer viver. Este curso dar-lhe-á as ferramentas que farão a diferença!

Venha descobrir a InSpiro. Venha InSpirar-se.

24/09/2009

As Raízes que Suportam a Empresa

Olhando para uma árvore, podemos ver que o que sustenta os ramos, as folhas e as flores é o tronco. Por sua vez, o que sustenta o tronco são as raízes. A intervenção da InSpiro focaliza-se nas “raízes” da Organização, ou seja, nas competências de base de todo o individuo que nela colabora. Se as raízes não forem cuidadas (nutridas,com espaço para crescerem e se expandirem), brevemente esmorecem, deixando de alimentar o tronco, a copa, as folhas... e pouco tempo depois, todo o sistema deixa de funcionar, ficando extinto.

Através do Power Training e Power Coaching - ferramentas específicas desenvolvidas em exclusivo pela InSpiro- trabalhamos em parceria com as organizações para elevar ao máximo o potencial do seu capital humano. O objectivo é simples: capitalizar as competências de base dos individuos – Gestão das Emoções, Auto-Estima, Auto-Motivação, etc. - descobrindo que factores de base poderão estar a travar a sua produtividade máxima e traçando um plano de acção que permita a cada indivíduo saber como manter os seus níveis de motivação altos e o seu desempenho excelente, em prol da Organização.

Como especialistas na área da Motivação, a InSpiro pode ajudar a fortalecer o Capital Humano das Organizações! Quer uma árvore forte e bem nutrida, ou uma árvore pouco robusta, sensível aos ventos e tempestades, cujas raízes não encontram o alimento suficiente...?