31/12/2009
29/12/2009
O Natal e Gestão de Recursos Humanos
O espírito natalício representa tudo aquilo que gostaríamos que estivesse permanentemente presente nas nossas vidas: a presença da família, a comunicação com os amigos e pessoas que nos são próximas, os sorrisos, os abraços, a felicidade...
Nas empresas/organizações, apesar das exigências do fim do ano, respira-se, por regra, uma atmosfera de maior alegria e disponibilidade para os outros. No meio da azáfama profissional (e do stresse muitas vezes causado pelos preparativos para a festa familiar), os colegas de trabalho trocam mensagens festivas, e por vezes até presentes, demonstrando a sua amizade e/ou consideração.
Cada empresa/organização gere de forma específica este período do ano, que se revela especialmente favorável ao desenvolvimento de níveis elevados de motivação e envolvimento. Algumas práticas comuns nesta época:
Organização do Jantar de Natal com todos os colaboradores
Desenvolvimento de acções de Teambuilding com os colaboradores
Realização de Festa de Natal para os filhos/famílias dos colaboradores
Oferta de Presentes de Natal
Adesão a iniciativas de voluntariado e solidariedade social
E na sua sua empresa/organização: como se vive esta época? E mais importante, como é que a Gestão de Recursos Humanos gere este período do ano? Por favor partilhe connosco a sua experiência. Obrigado!
18/12/2009
Porque Estamos no Natal...
ÁRVORE DE NATAL, sua tradição e antigas origens
Quando o solstício de inverno chegava , os egipcios colocavam folhas verdes de tamareira nas suas casas para simbolizar o triunfo da vida sobre a morte.
Os romanos celebravam o solstício de inverno com um festival chamado Saturnalia em honra de Saturno, o deus da agricultura. As suas casas eram decoradas com ramos verdes, luzes e presentes.
Alguns séculos atrás na Grã-Bretanha, os sacerdotes druidas utilizavam ramos e madeiras especificas das florestas durante rituais misteriosos no solstício de inverno. Usavam azevinho e visco como símbolos da vida eterna, e ramos verdes ao longo das portas para afastar os maus espíritos.
Mais tarde, na Idade Média, alemães e escandinavos colocavam arbustos verdes dentro das suas casas ou apenas fora das suas portas para mostrar a esperança na Primavera seguinte. A nossa árvore de Natal, tal como a conhecemos hoje, evoluiu a partir dessas tradições.
Diz a lenda que Lutero iniciou a tradição de decorar árvores para celebrar o Natal. Numa certa véspera de Natal, por volta do ano 1500, ele andava pela floresta coberta de neve e ficou impressionado com a beleza de um pequeno grupo de árvores.Os seus ramos, polvilhados com a neve, brilhavam ao luar. Quando chegou em casa, montou um abeto dentro de casa para que pudesse compartilhar essa história com os seus filhos.
O meio mais provável para a vinda da tradição da árvore de Natal para os Estados Unidos terá sido com as tropas de Hesse durante a Revolução Americana, segundo alguns historiadores, ou com imigrantes alemães para a Pensilvânia e Ohio, aclamam outros.
Mas o costume espalhou-se lentamente, devido ao espirito puritano que proibia a celebração do Natal na Nova Inglaterra. Em 1851, um ministro em Cleveland quase perdeu o emprego porque permitiu uma árvore de Natal na sua igreja. Do decorrer de 1870, escolas em Boston ficavam abertas no dia de Natal e alunos que ficavam em casa nesse dia eram expulsos da escola.
Mas esses tempos já lá vão. Hoje em dia já não se dissocia o Natal do enfeite da Árvore de Natal. Uma tradição que junta familias num momento especial e que faz as delicias dos mais pequenos.
Um Feliz Natal e uma excelente entrada em 2010,
São os votos da Equipa InSpiro.
09/12/2009
19/11/2009
Credo das minhas Relações Contigo
TU e EU vivemos uma relação que me é preciosa
Gostava que fosse preciosa para ti também.
Contudo cada um de nós permanece uma pessoa distinta
com as suas próprias necessidades.
Tu tens o direito de satisfazer as tuas necessidades
e eu o direito de satisfazer as minhas.
Por isso temos o direito de escolher
os nossos próprios valores e crenças.
Respeitarei os teus direitos
e preciso que respeites os meus
Quando o teu modo de agir me impedir
de satisfazer as minhas necessidades,
falar-te-ei disso com simplicidade
para que possas compreender-me
e, se possível, mudá-lo.
Quando o meu modo de agir te impedir
de satisfazer o que necessitas,
quero que me fales abertamente.
Escutar-te-ei então
e mudarei se puder.
Quando cada um de nós não puder mudar
para satisfazer o que o outro precisa,
enfrentemos o nosso conflito
e superemo-lo juntos.
Não quero perder deixando-te ganhar,
fazendo-te perder.
Quero que encontremos soluções
aceitáveis para cada um de nós.
Assim ficaremos os dois a ganhar.
Tenho confiança em ti,
necessito que confies em mim.
Continuaremos a desabrochar.
Apreciar-nos-emos a nós próprios.
Amar-nos-emos mais
e a nossa Relação assim crescerá
num sentimento mútuo de amor e de paz.
Cada um de nós tornar-se-á
o que é capaz de ser.
Gostava que fosse preciosa para ti também.
Contudo cada um de nós permanece uma pessoa distinta
com as suas próprias necessidades.
Tu tens o direito de satisfazer as tuas necessidades
e eu o direito de satisfazer as minhas.
Por isso temos o direito de escolher
os nossos próprios valores e crenças.
Respeitarei os teus direitos
e preciso que respeites os meus
Quando o teu modo de agir me impedir
de satisfazer as minhas necessidades,
falar-te-ei disso com simplicidade
para que possas compreender-me
e, se possível, mudá-lo.
Quando o meu modo de agir te impedir
de satisfazer o que necessitas,
quero que me fales abertamente.
Escutar-te-ei então
e mudarei se puder.
Quando cada um de nós não puder mudar
para satisfazer o que o outro precisa,
enfrentemos o nosso conflito
e superemo-lo juntos.
Não quero perder deixando-te ganhar,
fazendo-te perder.
Quero que encontremos soluções
aceitáveis para cada um de nós.
Assim ficaremos os dois a ganhar.
Tenho confiança em ti,
necessito que confies em mim.
Continuaremos a desabrochar.
Apreciar-nos-emos a nós próprios.
Amar-nos-emos mais
e a nossa Relação assim crescerá
num sentimento mútuo de amor e de paz.
Cada um de nós tornar-se-á
o que é capaz de ser.
(Thomas Gordon)
18/11/2009
A Arte de Bem Escutar
“ O sinal distintivo do homem de diálogo é que escuta tão bem quanto fala, ou talvez melhor.”
Embora muitas vezes secundarizada ou menosprezada na prática quotidiana, a escuta é uma competência essencial à qualidade de qualquer relação pessoal ou profissional. Pode mesmo dizer-se que escutar mais do que falar é o segredo das boas relações humanas.
A arte de escutar não se resume ao acto externo de ouvir.
Escutar implica:
- Disponibilidade
- Interesse genuíno pelo outro
- Interpretação correcta das palavras e do conteúdo emocional
- Observação da linguagem corporal
- Espírito crítico
Se pensarmos nas pessoas que nos cercam, descobrimos que aqueles que aqueles que sabem escutar constituem os melhores amigos, os melhores parceiros conjugais, os melhores líderes e os melhores trabalhadores em equipa.
Aprendamos todos a escutar - e melhorará a nossa vida, mas igualmente aquela dos que nos cercam.
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