04/01/2010

Em 2010, construa uma organização mais positiva!




Começamos o ano 2010 com uma sugestão bibliográfica. O livro "Organizações Positivas", de Miguel Pina e Cunha, Arménio Rego, Rita Campos e Cunha conheceu surgiu nas bancas em 2007 e veio comunicar ao mundo da Gestão em Portugal um novo olhar sobre as organizações.

Pela mão de alguns dos mais reconhecidos especialistas portugueses na área do conhecimento organizacional, palavras como coragem, optimismo, energia, emoções positivas, e felicidade deixa entram de forma clara no vocabulário da gestão.

Partindo do pressuposto - comprovado empiricamente - de que é possível construir-se organizações simultaneamente virtuosas e lucrativas, são feitas, ao longo do livro, algumas recomendações práticas aos gestores que, pensamos, merecem leitura e reflexão:
        
          Destaque o que está bem
          Persiga a excelência - como processo, não como estado
          Cultive a transparênci
          Seja justo
          Mereça a confiança e o respeito
          Facilite a criação de redes sociais e de ambientes de apoio
          Crie e desenvolva equipas positivas
          Reconheça a importância de climas emocionais saudáveis
          Procure o equilíbrio trabalho-família
          Pratique a ética e os valores
          Desenvolva códigos de ética - mas pratique-os e lidere pelo exemplo
          Aprenda com (e divulgue) os bons exemplos
          Faça da Compaixão um facto da vida organizacional
          Crie significado para o trabalho das pessoas
          Reflicta sobre a zona energética em que se encontra a organização
          Estimule e recompense comportamentos positivos
          Entenda o trabalho do gestor como um trabalho de sabedoria
          Desenvolva as virtudes da liderança
          Analise o impacto da organização na sociedade
          Valorize a democracia organizacional
          Desenvolva a virtuosidade organizacional e a liderança responsável



Quer ler o livro? Deixamos-lhe a correspondente referência:

Pina e Cunha, M., Rego, A., Campos e Cunha, R. (2006). Organizações Positivas. Lisboa: Publicações D. Quixote.


Gostaria de tornar a sua organização mais positiva e acredita não ter os recursos técnicos internos para o fazer? Contacte-nos. A Equipa InSpiro terá muito gosto em ajudá-lo(a) a concretizar esse desafio!

Tel: 220 500 752 | email: geral@inspiro.pt |url: http://www.inspiro.pt/

29/12/2009

O Natal e Gestão de Recursos Humanos





O espírito natalício representa tudo aquilo que gostaríamos que estivesse permanentemente presente nas nossas vidas: a presença da família, a comunicação com os amigos e pessoas que nos são próximas, os sorrisos, os abraços, a felicidade...

Nas empresas/organizações, apesar das exigências do fim do ano, respira-se, por regra, uma atmosfera de maior alegria e disponibilidade para os outros. No meio da azáfama profissional (e do stresse muitas vezes causado pelos preparativos para a festa familiar), os colegas de trabalho trocam mensagens festivas, e por vezes até presentes, demonstrando a sua amizade e/ou consideração.

Cada empresa/organização gere de forma específica este período do ano, que se revela especialmente favorável ao desenvolvimento de níveis elevados de motivação e envolvimento. Algumas práticas comuns nesta época:

  • Organização do Jantar de Natal com todos os colaboradores

  • Desenvolvimento de acções de Teambuilding com os colaboradores

  • Realização de Festa de Natal para os filhos/famílias dos colaboradores

  • Oferta de Presentes de Natal

  • Adesão a iniciativas de voluntariado e solidariedade social
E na sua sua empresa/organização: como se vive esta época? E mais importante, como é que a Gestão de Recursos Humanos gere este período do ano? Por favor partilhe connosco a sua experiência. Obrigado!

18/12/2009

Porque Estamos no Natal...



ÁRVORE DE NATAL, sua tradição e antigas origens

Quando o solstício de inverno chegava , os egipcios colocavam folhas verdes de tamareira nas suas casas para simbolizar o triunfo da vida sobre a morte.

Os romanos celebravam o solstício de inverno com um festival chamado Saturnalia em honra de Saturno, o deus da agricultura. As suas casas eram decoradas com ramos verdes, luzes e presentes.

Alguns séculos atrás na Grã-Bretanha, os sacerdotes druidas utilizavam ramos e madeiras especificas das florestas durante rituais misteriosos no solstício de inverno. Usavam azevinho e visco como símbolos da vida eterna, e ramos verdes ao longo das portas para afastar os maus espíritos.

Mais tarde, na Idade Média, alemães e escandinavos colocavam arbustos verdes dentro das suas casas ou apenas fora das suas portas para mostrar a esperança na Primavera seguinte. A nossa árvore de Natal, tal como a conhecemos hoje, evoluiu a partir dessas tradições.

Diz a lenda que Lutero iniciou a tradição de decorar árvores para celebrar o Natal. Numa certa véspera de Natal, por volta do ano 1500, ele andava pela floresta coberta de neve e ficou impressionado com a beleza de um pequeno grupo de árvores.Os seus ramos, polvilhados com a neve, brilhavam ao luar. Quando chegou em casa, montou um abeto dentro de casa para que pudesse compartilhar essa história com os seus filhos.

O meio mais provável para a vinda da tradição da árvore de Natal para os Estados Unidos terá sido com as tropas de Hesse durante a Revolução Americana, segundo alguns historiadores, ou com imigrantes alemães para a Pensilvânia e Ohio, aclamam outros.

Mas o costume espalhou-se lentamente, devido ao espirito puritano que proibia a celebração do Natal na Nova Inglaterra. Em 1851, um ministro em Cleveland quase perdeu o emprego porque permitiu uma árvore de Natal na sua igreja. Do decorrer de 1870, escolas em Boston ficavam abertas no dia de Natal e alunos que ficavam em casa nesse dia eram expulsos da escola.

Mas esses tempos já lá vão. Hoje em dia já não se dissocia o Natal do enfeite da Árvore de Natal. Uma tradição que junta familias num momento especial e que faz as delicias dos mais pequenos.

Um Feliz Natal e uma excelente entrada em 2010,

São os votos da Equipa InSpiro.

09/12/2009

The Story of Cap and Trade

Vale a pena reflectirmos...


19/11/2009

Credo das minhas Relações Contigo


       TU e EU vivemos uma relação que me é preciosa

        Gostava que fosse preciosa para ti também.

          Contudo cada um de nós permanece uma pessoa distinta

       com as suas próprias necessidades.

       Tu tens o direito de satisfazer as tuas necessidades

        e eu o direito de satisfazer as minhas.

       Por isso temos o direito de escolher

        os nossos próprios valores e crenças.

       Respeitarei os teus direitos

       e preciso que respeites os meus

       Quando o teu modo de agir me impedir

       de satisfazer as minhas necessidades,

       falar-te-ei disso com simplicidade

       para que possas compreender-me

       e, se possível, mudá-lo.

           Quando o meu modo de agir te impedir

       de satisfazer o que necessitas,

       quero que me fales abertamente.

       Escutar-te-ei então

       e mudarei se puder.

           

    Quando cada um de nós não puder mudar

       para satisfazer o que o outro precisa,

       enfrentemos o nosso conflito

       e superemo-lo juntos.

       Não quero perder deixando-te ganhar,

        fazendo-te perder.

       Quero que encontremos soluções

       aceitáveis para cada um de nós.

       Assim ficaremos os dois a ganhar.

       Tenho confiança em ti,

       necessito que confies em mim.

       Continuaremos a desabrochar.

       Apreciar-nos-emos a nós próprios.

       Amar-nos-emos mais

       e a nossa Relação assim crescerá

       num sentimento mútuo de amor e de paz.

        Cada um de nós tornar-se-á

       o que é capaz de ser.

     (Thomas Gordon)